O Transito de Venus

Lágrimas derretem de meus olhos como cera
Como quem respira, eu busco por paixões
Amores passam por meus olhos
Caem em meus braços implorando

Mais um giro e eu desmaio.
Sem ar, por viver de amor.
Casos, acasos de todo o descaso.
Como uma filha dos sete mares.

Escolhi as camas alheias como berço do meu bel-prazer
Orbito ao redor da minha carência própria,
Sei das feridas, da dor no meu peito. Eu não sei o que eu quero.
Não sei materializar além do sentir.

Transito quente ao redor do sol,
Buscando por mais do que já tenho de sobra
E as estrelas me confundem com elas mesmas
Sou a primeira a aparecer quando o sol desce.

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