Mariana

Entre tantas Marias
E tantas Anas
No mar eu fico.
Eu fico com Mariana.

E se talvez o mel da cor dos seus cabelos
Escorressem pelos dedos do homem certo
O sorriso nos seus lábios ficariam tatuados
Com um ar de quem diz “consegui”.

Mariana, logo você tão profunda.
Que acredita e não abala.
Escreve o próprio destino de mãos vazias.
Contornando as dores com passos firmes.

Menina do mar que mora do outro lado do rio.
Que se apaixona e se deixa levar pela maré do próprio ser,
Que conhece a fúria da sua ressaca.
Você é quem a onda não leva.

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