Libertina

De manhã eu sou Audrey
Comendo croassaint de frente para a Tiffany’s
Expondo o sorriso mais doce da cidade
Sendo a mulher mais atrapalhada do meu país.

De tarde eu sou Brigitte
Pensando em beijar seus lábios
Sussurrando meu amor em francês
Sendo símbolo, sendo perigo, sendo enseada.

De noite eu sou Marilyn
Nua em amores proibidos
Deitada em gotinhas de Chanel 5
Sendo eterna como diamante.

Sou a liberdade libertina
Sou displicência e inocência
Sou Lolita de Vladimir Nabokov
Sou Capitu de Machado de Assis

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